Ontem ao fazer um trabalho da faculdade sobre PROSTITUIÇÃO JUVENIL, deparei-me com uma tremenda polêmica “interna”. A sociedade julga as pessoas, por saírem do padrão imposto, o inovador é perigoso ou prazeroso? Quais os valores colocados na balança quando uma jovem se prostitui? E quando o ato de prostituição é cometido por um jovem, ou homossexual? O clímax desse meu conflito seria por qual motivo a sociedade ainda descrimina pesos de atos pelo sexo. Não seriam ambas pessoas, que estão nessa vida medíocre por falta de oportunidades, por vícios, dinheiro fácil...que no final sentem o famoso VAZIO.Vazio, este que sente todos aqueles que não conhecem ou estão longe da presença de DEUS, aquele olhar inquieto, sofrido, esperando por uma saída. Contudo o que as pessoas fazem?
JULGAM! Esquecem que são almas, não é a bíblia mesmo que diz: “Uma alma vale mais que o mundo inteiro...”, então porque julgar, rir, e não lutar por aquela alma declarada por muitas perdida? Pessoas acomodadas, egoístas, hipócritas, capitalistas em busca da famosa felicidade. Um tanto irônico se pensar em felicidade e não pensar no próximo. Como ser feliz com esse individualismo, você fica feliz quando alguém que você ama está triste? Acredito que não.
A inalcançável busca pela felicidade, onde procuram em viagens, comidas, festas, amizades e em romances, o que é achado apenas na presença de Deus, a Paz. Eu tenho um olhar mais sensível e curioso perante o ser humano. Uma “máquina perfeita”, como é visto por muitos, e um bicho traiçoeiro como é visto por outros.
Gosto muito da frase: “ e a saída é ser feliz”, acredito que realmente seja, desde que tenhamos consciência que ninguém é feliz SOZINHO, tudo depende do contexto em que estamos inseridos, onde este contexto que cada um vive envolve os dos outros, formando um circulo complexo , com alianças humanitárias.

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